sexta-feira, 27 de maio de 2011

Corredor de ônibus vai custar R$ 40 milhões

27/05/2011 - Jornal da Manhã

Projeto de mobilidade urbana elaborado pelo arquiteto e urbanista Jaime Lerner vai custar R$40 milhões aos cofres públicos. O anúncio foi feito pelo prefeito Anderson Adauto (PMDB), garantindo que o financiamento poderá ser liberado - de forma integral ou parcial - pelo Governo Federal.

A proposta envolve a reestruturação do sistema de transporte coletivo com a construção de dois terminais de ônibus na avenida Leopoldino de Oliveira; subestações para passageiros, e até construção de viadutos, retirando grande número de ônibus do centro da cidade para facilitar o escoamento do trânsito. O prefeito destaca que só não anunciou o que realmente será executado dentro do projeto por não ter ainda o valor a ser aprovado no financiamento. “Se conseguirmos a aprovação completa, de quarenta milhões, estaremos aptos a fazer tudo isso”, diz. AA destaca que pode ser que a proposta seja aprovada de forma parcial, pois, de acordo com ele, em todas as negociações feitas tanto na Casa Civil quanto no Ministério das Cidades, foi colocado que o interesse do município não é apenas pela aprovação completa do projeto. “Vamos aceitar a aprovação parcial, até porque os recursos serão liberados para muitas cidades. Ainda não sabemos quanto será efetivamente garantido para o município”, diz.

O prefeito destaca que a chamada pública para o financiamento acontece no dia 15 de junho, lembrando que a garantia foi dada esta semana pelo secretário nacional de Transportes e Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Luís Carlos Bueno. Ele também revela que a Caixa Econômica já aprovou o projeto básico da "mobilidade urbana". E não haverá problemas caso seja aprovado o financiamento. Segundo o prefeito, a instituição financeira também aprovou “com louvor” a capacidade de endividamento do município. “O balanço financeiro de 2010 está infinitamente melhor que dos dois anos anteriores. Nós conseguimos mostrar o conjunto de melhorias no quesito financeiro dos últimos cinco anos”, finaliza.

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